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domingo, 26 de agosto de 2012

PT sairá melhor das eleições municipais para continuar transformando o País

FONTE: www.pt.org.br


Deputado Edson Santos (PT-RJ) diz que Partido sairá fortalecido das eleições municipais


O deputado federal, Edson Santos (PT-RJ) declarou que toda a “pressão midiática” direcionada atualmente contra o do Partido dos Trabalhadores é o que fortalecerá as campanhas municipais deste ano, e principalmente a eleição nacional do Partido.

O deputado petista reafirmou o papel do PT no governo federal como agente de transformação social e econômica do País desde 2003.
“Existe algo muito concreto, que é exatamente o PT ser um instrumento de governo que está promovendo profundas modificações sociais no nosso país, e eu creio, que o povo entende isso e nós sairemos dessa eleições melhores e com condições de fazermos a grande disputa, que é reeleição da presidenta Dilma em 2014, para darmos prosseguimento a esse projeto de transformação da sociedade brasileira com crescimento econômico e distribuição de renda”.
(Fabricia Neves – Portal do PT)

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Entra em campo o ex-presidente Lula, outro fator decisivo na eleição


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A eleição de outubro começa hoje pra valer, a campanha estreia no rádio e na TV - nesta 3ª feira, com os candidatos a vereador em todo o Brasil - e no PT o ex-presidente Lula assume junto com a direção do partido a coordenação da disputa e entra de corpo e alma no esforço eleitoral de nossos candidatos no país.

Desde 2002 é sua 1ª participação numa campanha eleitoral sem os impedimentos legais e os da dura rotina de trabalho da Presidência da República. Assim, o ex-presidente entra com tudo, com todo o seu potencial e carisma e, melhor, já em boas condições de saúde para gravar programas de rádio e TV - já gravou os primeiros - viajar e participar ativamente de atividades de rua.

Em sucessivas reuniões que mantém esta semana com os envolvidos nas principais campanhas eleitorais e numa outra, de fecho digamos assim, marcada para a próxima semana, ele acerta os detalhes finais dessa sua participação,a quais capitais e cidades ele vai, e para quais candidatos grava este ano.

Agora é fazer a disputa politica


Para o nosso partido, ela será travada em condições excepcionais, extraordinarimente animadoras. Nunca o PT teve uma preferência tão alta no eleitorado e nunca um governo teve o apoio e a aprovação populares conferidos ao da presidenta Dilma Rousseff.

É só conferir as pesquisas. Isso sem falar na popularidade do presidente Lula, em quem, segundo o último levantamento feito a respeito recentemente, mais de 70% dos eleitores brasileiros gostariam de votar de novo para presidente da República.

Agora, insisto, é entrar em campo. Com a máxima unidade - entre nós e com os aliados. Isto, mais o engajamento do ex-presidente da República, a participação da presidenta Dilma no futuro e a mobilização do maior e melhor capital que temos no partido - a força e a disposição aguerridas da militância petista - nos levará à vitória no dia 7 de outubro e alavancará a passagem dos nossos candidatos para o 2º turno (onde houver), para ganhar no dia 28 de outubro.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Lula posa para fotos em apoio a cerca de 100 candidatos a prefeito

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na manhã desta segunda-feira (30) de um evento do PT Nacional e posou para fotos de campanha com cerca de 100 candidatos a prefeito.
Lula posa com as candidatas a prefeita pelo PT

Para baixar essas duas imagens em alta resolução, visite o Picasa do Instituto Lula.

Fonte: www.institutolula.org

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

IBOPE nas capitais acende um sinal de alerta para o PT




A pesquisa de opinião pública que se tornou pública neste fim de semana, relizada em cinco das maiores capitais do país - São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Salvador e Recife - pelo IBOPE/TV Globo (a maioria em parceria com um grande jornal local),  mesmo levando em conta que a campanha eleitoral recém começou acende um sinal de alerta para o PT.

A disputa em Salvador e em Belo Horizonte será dura, aguerrida mesmo, e não podemos subestimar, em momento e em hipótese alguma, também, o candidato do presidente nacional do PSB e governador Eduardo Campos, no Recife. Podemos vencer, temos todas as condições, mas não podemos errar.

Aí, nestas capitais e grandes cidades brasileiras temos, principalmente, que jogar todo peso da militância e das lideranças nessas eleições. Os altos índices de aprovação da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula, a preferência do eleitorado nacional pelo PT - confirmada a cada pesquisa - a aprovação às gestões municipais e estaduais do partido, aos nossos governos, candidatos e propostas, são a base para a vitória nestas capitais e grandes cidades. 

Todo esse conjunto de fatores constitui a base e a demonstração óbvia de que o PT e nossos aliados têm tudo para crescer e vencer nas mais importantes cidades do Pais. Vamos à luta, à campanha, portanto, militância! Com a disposição, a fé e a garra de sempre, marcas maiores de vocês e do PT em seus 30 anos.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Vannuchi: ataques a Haddad mostram força da candidatura petista


São Paulo – O primeiro debate eleitoral na disputa pela prefeitura de São Paulo, realizado ontem (2) à noite pela TV Bandeirantes, teve baixa audiência e pouca empolgação, mas deixou claro a preocupação da maioria dos concorrentes com o potencial de crescimento da candidatura do petista Fernando Haddad, na avaliação do comentarista político da Rádio Brasil Atual, Paulo Vannuchi.
Candidatos e jornalistas presentes ao debate centram fogo nas críticas ao PT, ao mesmo tempo em que pouparam José Serra (PSDB) e Celso Russomano (PRB), os dois líderes nas pesquisas de intenção de voto divulgadas até aqui.
Segundo Vannuchi, os ataques aconteceram porque parte dos candidatos é ligada a Serra e porque todas as pesquisas colocam o PT em primeiro lugar na preferência partidária da população, nas casa dos 30%. Além disso, lembra, com o início do horário eleitoral no rádio e na TV, os eleitores ficarão sabendo que Haddad é o candidato da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Revista Linha Direta: artigo do presidente Lula fala sobre o cenário eleitoral 2012


FONTE: www.pt.org.br

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert/IL)

“A conquista de prefeituras é um passo importante para a consolidação de um modo de governar justo, inclusivo e transparente”, afirma o ex-presidente.


A nova edição da Revista Linha Direta (ano 21 – Nº 683), da Secretaria de Comunicação do PT-SP, traz um artigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Nele, Lula fala de eleições municipais, políticas públicas e descentralização dos recursos da Educação e da Saúde, além da articulação das ações de infraestrutura entre os entes federativos, por meio do Programa de Aceleração do crescimento (PAC).
“A conquista de prefeituras é um passo importante para a consolidação de um modo de governar justo, inclusivo e transparente”, afirma o ex-presidente.
Lula ressalta que o momento eleitoral é ideal para avaliar tudo o que já foi feito pelos governos petistas. “É a ocasião em que todas as forças da sociedade se mobilizam num grande e democrático debate nacional”, finaliza.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Lula de volta ao palanque


FONTE: osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br 



Não estava prevista a presença do presidente Lula na inauguração do comitê de seu filho Marcos Lula, candidato a vereador de São Bernardo do Campo pelo PT. Eram esperados apenas D. Marisa e o prefeito Luiz Marinho (PT), também candidato, à reeleição.

Mas Lula apareceu para contar o "causo" dos tempos em que conheceu D. Marisa, e para sacudir a militância, chamando a vestir a camisa dos candidatos aliados e ajudarem a eleger bancadas de vereadores que ajudem o prefeito a governar em vez sabotarem, o que vale para todas as candidaturas aliadas, em todo o Brasil.

O vídeo foi registrado pelo repórter cinematográfico Benício Brasil, ex-cinegrafista do Sindicato dos Rodoviários do ABC.

domingo, 8 de julho de 2012

A força da imagem do PT



Ao contrário do que se costuma pensar, o sistema partidário brasileiro tem um enraizamento social expressivo. Ao considerar nossas instituições políticas, pode-se até dizer que ele é muito significativo.
Em um país com democracia intermitente, baixo acesso à educação e onde a participação eleitoral é obrigatória, a proporção de cidadãos que se identificam com algum partido chega a ser surpreendente.
Se há, portanto, uma coisa que chama a atenção no Brasil não é a ausência, mas a presença de vínculos partidários no eleitorado. Conforme mostram as pesquisas, metade dos eleitores tem algum vínculo.
Seria possível imaginar que essa taxa é consequência de termos um amplo e variado multipartidarismo, com 29 legendas registradas. Com um cardápio tão vasto, qualquer um poderia encontrar ao menos um partido com o qual concordar. Mas não é o que acontece. Pois, se o sistema partidário é disperso, as identificações são concentradas. Na verdade, fortemente concentradas.
O Vox Populi fez recentemente uma pesquisa de âmbito nacional sobre o tema. Deu o esperado: 48% dos entrevistados disseram simpatizar com algum partido. Mas 80% desses se restringiram a apenas três: PT (com 28% das respostas), PMDB (com 6%) e PSDB (com 5%). Olhado desse modo, o sistema é, portanto, bem menos heterogêneo, pois os restantes 26 partidos dividem os 20% que sobram. Temos a rigor apenas três partidos de expressão.
Entre os três, um padrão semelhante. Sozinho, o PT representa quase 60% das identidades partidárias, o que faz que todos os demais, incluindo os grandes, se apequenem perante ele. Em resumo, 50% dos eleitores brasileiros não têm partido, 30% são petistas e 20% simpatizam com algum outro – e a metade desses é peemedebista ou tucana. Do primeiro para o segundo, a relação é de quase cinco vezes.
A proeminência do PT é ainda mais acentuada quando se pede ao entrevistado que diga se “simpatiza”, “antipatiza” ou se não tem um ou outro sentimento em relação ao partido. Entre “muita” e “alguma simpatia”, temos 51%. Outros 37% se dizem indiferentes. Ficam 11%, que antipatizam “alguma” coisa ou “muito” com ele.
Essa simpatia está presente mesmo entre os que se identificam com os demais partidos. É simpática ao PT a metade dos que se sentem próximos do PMDB, um terço dos que gostam do PSDB e metade dos que simpatizam com os outros.
Se o partido é visto com bons olhos por proporções tão amplas, não espanta que seja avaliado positivamente pela maioria em diversos quesitos: 74% do total de entrevistados o consideram um partido “moderno” (ante 14% que o acham “ultrapassado”); 70% entendem que “tem compromisso com os pobres” (ante 14% que dizem que não); 66% afirmam que “busca atender ao interesse da maioria da população” (ante 15% que não acreditam nisso).
Até em uma dimensão particularmente complicada seu desempenho é positivo: 56% dos entrevistados acham que “cumpre o que promete” (enquanto 23% dizem que não). Níveis de confiança como esses não são comuns em nosso sistema político.
Ao comparar os resultados dessa pesquisa com outras, percebe-se que a imagem do PT apresenta uma leve tendência de melhora nos últimos anos. No mínimo, de estabilidade. Entre 2008 e 2012, por exemplo, a proporção dos que dizem que o partido tem atuação “positiva na política brasileira” foi de 57% a 66%.
A avaliação de sua contribuição para o crescimento do País também se mantém elevada: em 2008, 63% dos entrevistados estavam de acordo com a frase “O PT ajuda o Brasil a crescer”, proporção que foi a 72% neste ano.
O sucesso de Lula e o bom começo de Dilma Rousseff são uma parte importante da explicação para esses números. Mas não seria correto interpretá-los como fruto exclusivo da atuação de ambos.
Nas suas três décadas de existência, o PT desenvolveu algo que inexistia em nossa cultura política e se diferenciou dos demais partidos da atualidade: formou laços sólidos com uma ampla parcela do eleitorado. O petismo tornou-se um fenômeno de massa.
Há, é certo, quem não goste dele – os 11% que antipatizam, entre os quais os 5% que desgostam muito. Mas não mudam o quadro.
Ao se considerar tudo que aconteceu ao partido e ao se levar em conta o tratamento sistematicamente negativo que recebe da chamada “grande imprensa” – demonstrado em pesquisas acadêmicas realizadas por instituições respeitadas – é um saldo muito bom.
É com essa imagem e a forte aprovação de suas principais lideranças que o PT se prepara para enfrentar os difíceis dias em que o coro da indústria de comunicação usará o julgamento do mensalão para desgastá-lo.
Conseguirá?

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Mulheres e mudanças nas cidades



Em 1988, a cidade de São Paulo rompeu seu tradicional conservadorismo e elegeu como Prefeita a então deputada estadual Luíza Erundina, na época no Partido dos Trabalhadores. Foi uma vitória surpreendente: uma mulher, migrante nordestina, oriunda e ligada aos movimentos populares, assumiria os destinos da maior cidade da América Latina. Agora, Luíza, hoje no PSB, comporá, como vice, a chapa do candidato do PT, Fernando Haddad.

As elites paulistanas e sua imprensa oligopólica foram à loucura. Embora Luíza fosse uma professora universitária, o preconceito de origem e de classe falaram mais alto. Antes mesmo de assumir a Prefeitura, começou o bombardeio midiático e o cerco ao futuro governo progressista. As insinuações sobre a incapacidade de gerir São Paulo – como eram claramente ideológicas, portanto independentes da realidade concreta – não amainaram nem após o anúncio do secretariado, formado por especialistas e intelectuais do mais alto gabarito. Se compararmos um a um, veremos que era um secretariado muito mais brilhante e sofisticado que o ministério do então presidente José Sarney.

Não foi fácil, mas o governo de Luíza Erundina mudou São Paulo, com projetos ousados e focados no interesse da maioria da população. Ela revolucionou a educação, enfrentou o oligopólio dos transportes públicos, disseminou a cultura. E isso sob o fogo cerrado da mídia conservadora, que fez letra morta de todos os princípios jornalísticos. Eu, como assessor de imprensa da então CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos), tive a honra de participar daquela gestão.

Sorocaba também deve experimentar o novo. Estamos, há décadas, sob administrações de uma mesma elite. Em alguns momentos da história da cidade – como agora -- há conflitos internos neste grupo, mas ele sempre se recompõe quando vê seus interesses hegemônicos em risco. O país mudou muito – para melhor – nos últimos anos. É hora de Sorocaba mudar junto. E também aqui uma mulher pode simbolizar esta mudança.

João José de Oliveira Negrão é jornalista,
doutor em Ciências Sociais e professor no Ceunsp

(Publicado no Bom Dia Sorocaba de 18/06/2012)

domingo, 1 de julho de 2012

Convenção do PT homologou candidatura de Eliam Bianchi “Chumbinho”, a prefeito e Carlos Gomes, vice



Mais de 150 pessoas estiveram presentes na Câmara Municipal de São Roque participando da Convenção, do Partido dos Trabalhadores, que homologou o nome de Eliam Bianchi, “Chumbinho”, a prefeito, Carlos Gomes, a vice e a chapa de vereadores que concorrerá ao pleito de 2012.

Com a presença dos deputados estaduais, Hamilton Pereira e Isac Reis, Vitório José Cattai, vice-presidente do PSB, Douglas, Chefe de Gabinete do deputado federal, João Paulo Cunha, lideranças do partido de Alumínio e Vargem Grande Paulista, além de filiados, militantes e simpatizantes, o PT mostrou sua força ao escolher o caminho de uma candidatura majoritária ao contrário do que muitos pensavam.

O ponto alto da convenção foi à fala proferida por Vitório José Cattai, vice-presidente do PSB, que deixou claro que gostaria muito de ter sido vice de “Chumbinho”, mas por questões políticas acabou acatando a decisão de seu partido, que preferiu seguir outro caminho. Reiterou em sua fala que independente da posição de seu partido estaria apoiando à candidatura do PT a sucessão do prefeito Efaneu.

Fizeram uso da palavra também, a presidente do PT, Sonia Mendes, os deputados, Isac Reis e Hamilton Pereira, o chefe de gabinete do deputado federal João Paulo Cunha,  Douglas, vereador Julio Mariano e também o candidato a vice, Antonio Carlos Gomes.

O último a falar foi Eliam Bianchi, “Chumbinho”, que destacou a longa caminhada de 24 meses pelos mais distantes locais da cidade discutindo mudanças efetivas na forma de governar  São Roque, o que acabou resultando no Plano de Governo do PT.   Falou também que o sonho de governar a cidade começava a partir daquele momento se tornar realidade  convocou cada companheiro presente à convenção, para a partir daquele momento levar o nome dos candidatos e as propostas do partido visando a vitória nas eleições, e principalmente a mudança que São Roque precisa para se tornar mais justa, humana e igualitária.

Parte do público presente

Mesa que conduziu os trabalhos
Antonio Carlos Gomes candidato a vice


Vitório José Cattai - vice-presidente do PSB

deputado estadual Isac Reis



"Cumbinho" discursa depois de oficializado como candidato do PT

Chapa de vereadores do PT