terça-feira, 17 de janeiro de 2012

PT reúne prefeitos e deputados estaduais para iniciar mobilização rumo às eleições de 2012



Fonte: www.pt.org.br

Como parte da mobilização para a disputa eleitoral em 2012, o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores realiza no dia 10 de fevereiro, em Brasília, o Encontro Nacional de Prefeitos/as e Deputados/as Estaduais do PT.


A organização e coordenação do evento estão sob a responsabilidade da Secretaria Nacional de Assuntos Institucionais (SNAI) que tem à frente o deputado federal licenciado Geraldo Magela, atual secretário de Habitação do Governo do Distrito Federal.
Magela ressalta o objetivo principal do grande encontro. “O que nós queremos nesse dia é refletir e traçar as orientações para as eleições municipais. Daqui sairá a linha que os nossos candidatos vão adotar na próxima disputa eleitoral”. De acordo com a programação preparada pela SNAI, pela manhã ocorrerá a realização de mesas regionais que debaterão experiências do Modo Petista de Governar, além do encontro de deputados/as estaduais do Partido. Já na parte da tarde será realizada uma grande plenária sobre as eleições 2012, quando serão discutidas as estratégias do PT para a disputa eleitoral.
O secretário destaca também a importância das eleições municipais deste ano para o PT: “além de estarmos disputando o poder municipal, onde as pessoas vivem, nós também precisamos criar as bases de sustentação do nosso projeto nacional. Nós estamos no terceiro mandato de um grande projeto de transformação nacional. Essa transformação tem que se dar no plano nacional, nos estados e principalmente nos municípios. O fato do PT crescer nas eleições municipais ajuda na sustentação do nosso projeto nacional”.
Os cerca de 550 prefeitos/as e os 146 deputados/as estaduais petistas que vierem ao Encontro também vão participar das comemorações do 32º aniversário do PT, comemorado no mesmo dia. “Queremos com isso marcar para o Brasil a importância de 2012 para o nosso partido. Vamos ter um ato de comemoração do aniversário do PT no mesmo dia, ao final da tarde - início da noite – com a presença da presidenta Dilma. Esperamos contar também com a presença do ex-presidente Lula” – informa Magela.
Serviço:
Encontro Nacional de Prefeitos/as e Deputados/as Estaduais do PT
Dia 10 de fevereiro, com abertura a partir das 9 horas
Centro de Eventos Brasil 21 – Brasília – DF
Mais informações: Secretaria Nacional de Assuntos Institucionais do PT, pelo telefones (61) 3213-1314/1348/1406 e email: snai@pt.org.br

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Dilma quer Brasil de classe média, com casa para morar


Dilma quer Brasil de classe média, com casa para morar
Na assinatura de convênio com o governo de São Paulo para o Minha Casa, Minha Vida, a presidenta lembrou do papel do programa para conter os efeitos da crise externa de 2008
Publicado em 12/01/2012, 13:20
Última atualização às 14:34

São Paulo – A presidenta Dilma Rousseff defendeu a importância da política habitacional para combater o déficit de moradias no país como uma das formas de garantir a continuidade da expansão da classe média. A posição foi defendida durante solenidade de assinatura de convênio entre a União e o governo do estado de São Paulo para o programa Minha casa, Minha Vida, na manhã desta quinta-feira (12), no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
"Temos um desafio histórico", começou Dilma Rousseff. "Não queremos um país de bilionários e de pobres e miseráveis, como existe em muitas grandes nações. Queremos um país com pessoas ricas e prósperas, mas principalmente um país de classe média. E ninguém é classe média se não tiver sua casa. Ninguém." Para a presidenta, o Brasil tem, atualmente, tanto reconhecimento internacional como "confiança crescente da autoestima do brasileiro" de que pode se transformar em uma nação desenvolvida.
Ainda durante o evento, Dilma lembrou da criação do Minha Casa, Minha Vida, durante o segundo mandato do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva – do qual a atual presidenta era ministra-chefe da Casa Civil. Além de combater o déficit habitacional no país, a iniciativa teve um papel-chave durante a crise internacional de 2008, diante da recessão que se avizinhava em nações ricas. Lula percebeu que o governo poderia fomentar a construção civil para ajudar a movimentar a economia brasileira.
O aquecimento do mercado interno, com aumento no consumo das famílias e investimentos do setor público, foram a chave para o Brasil ser um dos primeiros países do mundo a superar os efeitos das instabilidades da ocasião. Atualmente, expoentes da União Europeia e os Estados Unidos convivem com uma nova fase da crise.
Quase quatro anos depois do lançamento do programa, São Paulo aceitou aderir à iniciativa. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) tem apostado neste segundo mandato em mudar a política habitacional paulista para torná-la afim à iniciativa federal. Com isso, deixará de ser dada prioridade ao modelo anterior, de construção de casas populares por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). “Digo para a presidenta Dilma, que é uma entusiasta desse modelo, que estamos caminhando para ser cada vez mais uma agência de fomento no sentido de parceria com as prefeituras e o governo federal, porque junto com a iniciativa privada podemos fazer mais”, afirmou o tucano.
Em seu discurso, a presidenta defendeu a importância do Minha Casa, Minha Vida como um instrumento de subsídio direto do Estado para o comprador, eliminando intermediários e, deste modo, reduzindo a possibilidade de desvio da finalidade da verba. Ela acredita que apenas com subsídio público é viável sanar a questão do déficit habitacional brasileiro.

Minha Casa em São Paulo

O convênio prevê investimentos de R$ 8 bilhões, dos quais R$ 6,1 bilhões virão do governo federal e apenas R$ 1,9 bilhão do estado. Inicialmente, o plano era garantir a contratação e a construção de 97 mil moradias em São Paulo para a faixa um do programa, voltada a famílias com renda de até três salários mínimos (renda mensal de até R$ 1,6 mil). Durante o voo de Brasília à capital paulista, Dilma conversou com assessores e acertou elevar o número para 100 mil moradias.
Terão prioridade famílias cadastradas por morarem em favelas, áreas de mananciais, de risco e de zonas rurais. O alvo são quatro regiões metropolitanas, incluindo a Grande São Paulo, Baixada Santista, Campinas e Vale do Paraíba e Litoral Norte. A previsão é de que a prestação mensal fique entre e R$ 160, desde que limitados a 10% do rendimento mensal das famílias.
A Caixa promete contratar a construção de 2 milhões de moradias até 2014 em todo o Brasil. O prazo coincide com a duração da segunda fase do Minha Casa, Minha Vida.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

PT se prepara para disputa eleitoral de 2012 e reúne executivo e legislativo



Geraldo Magela, titular da SNAI (Foto: Mário Agra/PT)

Secretário Nacional de Assuntos Institucionais do PT, Geraldo Magela, convida prefeitos e deputados estaduais para participar de encontro sobre estratégias eleitorais


O Partido dos Trabalhadores já começou a mobilização para as eleições municipais de 2012. O primeiro evento desta agenda política é a realização do Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas e de Deputados e Deputadas Estaduais Petistas. O evento acontece em Brasília no dia 10 de fevereiro de 2012. “O que nós queremos nesse dia é refletir e traçar as orientações para as eleições municipais. Daqui sairá a linha que os nossos candidatos vão adotar na próxima disputa eleitoral”, ressalta o secretário nacional de Assuntos Institucionais do PT, Geraldo Magela.
Os mais de 500 prefeitos e 140 deputados estaduais petistas que vierem ao Encontro também vão participar das comemorações pelo 32º aniversário do PT, comemorado no mesmo dia. “Queremos com isso marcar para o Brasil todo a importância de 2012 para o nosso partido. Vamos ter um ato de comemoração do aniversário do PT no mesmo dia, ao final da tarde - início da noite – com a presença da presidenta Dilma. Esperamos contar também com a presença do ex-presidente Lula” –explica Magela sobre a coincidência das datas do evento e de aniversário do partido. 
O secretário ressalta a importância das eleições municipais do ano que vem para o PT: “além de estarmos disputando o poder municipal, onde as pessoas vivem, nós também precisamos criar as bases de sustentação do nosso projeto nacional. Nós estamos no terceiro mandato de um grande projeto de transformação nacional. Essa transformação tem que se dar no plano nacional, nos estados e principalmente nos municípios. O fato do PT crescer nas eleições municipais ajuda na sustentação do nosso projeto nacional”.

(Jamila Gontijo – Portal do PT)

PSDB se esforça para esconder escândalo de 4 bilhões de Reais

Fonte: www.pragmatismopolitico.com.br


DiarioLiberdade

Diante das várias denúncias, o PSDB fez incontáveis manobras até conseguir impedir a instalação  das investigações

É a segunda denúncia em menos de dois meses envolvendo o governo Alckmin. Nas duas ocasiões os desvios de verba atingiram a casa dos bilhões de reais.

Enquanto a direita transforma uma suposta "luta contra a corrupção" em sua estratégia central para ganhar mais espaço no regime político e tentar reverter sua crise, o principal governo deste setor, a administração estadual de São Paulo, é acusado de estar envolvido em mais um caso de corrupção.

E assim como a última denúncia, a que envolvia a compra de emendas parlamentares por um terço da Assembleia Legislativa de São Paulo, novamente os tucanos são acusados de participar de umesquema bilionário para favorecer os capitalistas.

Leia mais:

Desta vez a denúncia é contra o processo de licitação da linha 5-Lilás. Um esquema que segundo dados pela própria Justiça de São Paulo pode chegar a mais de R$ 4 bilhões.

Há pouco mais de um mês, o mesmo PSDB foi denunciado por estar envolvido em outro esquema bilionário. O deputado do PTB, Roque Barbiere, parte da base de sustentação do governo na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), denunciou que pelo menos um terço dos deputados vendia emendas para grandes capitalistas e prefeituras ligadas principalmente ao PSDB.

Diante destas denúncias, o PSDB fez diversas manobras até conseguir impedir a instalação de uma CPI na Alesp.

Agora, começou uma operação para repetir o mesmo no metrô, empresa que, diga-se de passagem, já foi denunciada por outros desvios de verba como, por exemplo, o que envolveu o contrato entre a estatal paulista e a empresa Alston. O primeiro passo está sendo manter o presidente da empresa no cargo, negando todos os indícios de corrupção.

Leia também:


Tanto no caso das emendas como neste mais recente fica provado que a corrupção está diretamente ligada ao favorecimento dos empresários e, desta maneira, a única forma de combater estes ataques à população de São Paulo é a luta contra esta política direitista de favorecimento dos grandes capitalistas.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Brasileiros encerram 2011 com otimismo em alta



Índice de Expectativas das Famílias de dezembro revela maior confiança na economia do país e menor endividamento
As famílias brasileiras chegaram ao fim de 2011 mais otimistas sobre a situação socioeconômica do país. OÍndice de Expectativas das Famílias de dezembro, calculado pelo Ipea, subiu para 67,2 pontos em dezembro de 2011. No mesmo mês de 2010, ele havia fechado em 64,6 pontos. Já em novembro de 2011, o IEF havia ficado em 63,7 pontos. O índice de dezembro igualou a maior expectativa apurada na série – em janeiro de 2011, também 67,2.
A apresentação da 17ª edição do IEF foi realizada pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann, no Escritório Regional da Presidência da República em São Paulo. Ele apontou três fatores que levaram ao encerramento de 2011 com maior otimismo por parte das famílias. “Essa elevação deve-se ao reconhecimento, por parte dos consultados, de que há melhor expectativa no mercado de trabalho e sobre a ampliação da renda, associada a indicadores de aumento do salário mínimo e previsões de redução das taxas de juros. Por fim, outro ponto importante é a redução do grau de endividamento”, explicou Pochmann.
A constatação de que as famílias brasileiras consideram-se menos endividadas parte de uma das perguntas direcionadas, pelo IEF, a moradores de 3.810 domicílios distribuídos por mais de 200 municípios em todas as unidades da federação. Em dezembro, 56,1% das famílias entrevistadas disseram não ter dívidas em relação à renda mensal, um aumento na comparação com novembro, quando o registro foi de 55,6% de consultados na mesma situação.
O destaque nesse item foi o Centro-Oeste, onde não houve famílias que se considerassem “muito endividadas”. Na região Nordeste, 14,6% das famílias classificaram-se como “muito endividadas”. “Desde agosto assistimos a uma trajetória de redução de famílias que tinham dívidas. O segundo semestre de 2011 foi o momento em que as famílias procuraram sair do endividamento. Em dezembro, provavelmente usaram o 13º salário ou o fato de haver mais de uma pessoa com renda na família para pagar dividas contraídas”, afirmou o presidente do Ipea.

Situação financeira
A maior parte dos entrevistados também acredita que está em situação melhor que há um ano: 78,2%. Nesse item, novamente o Centro-Oeste aparece com maior otimismo (88,1%), enquanto o Nordeste apresenta o maior pessimismo (21,4%). Quando a pergunta é sobre a expectativa para a situação financeira familiar daqui a um ano, o Norte mostra-se mais animado, com 94,3% esperando dias melhores. Já no Nordeste, 10,8% acham que estarão em um momento pior.
Em relação ao futuro da economia brasileira, 64,4% disseram crer em uma situação melhor daqui a um ano, e 60,2% afirmaram o mesmo sobre os próximos 5 anos. O IEF traz, ainda, as impressões das famílias sobre o momento para consumir bens de maior valor e opiniões relativas ao mercado de trabalho. A análise também é feita de acordo com a escolaridade e o nível de renda dos entrevistados. O Índice de Expectativas das Famílias utiliza o método de amostragem probabilística para garantir ma margem de erro de 5%, com um nível de significância de 95% para o Brasil e para as cinco grandes regiões.

Um extrato da pesquisa pode ser consultado na página do IPEA

Acompanhe os investimentos e ações do governo Federal no Estado de São Paulo

Fonte: www.ptalesp.org.br
Em último balanço divulgado, em outubro/2011, os repasses do governo Federal para o para o Estado de São Paulo acumularam no ano mais de R$ 7,5 bilhões. 

Acesse:

. Portal da Transparência – Estado de São Paulo
. Pac 2 - Programa de Aceleração do Crescimento
. Plano Brasil Sem Miséria
. Programa Luz para Todos
. Programa Minha Casa, Minha Vida
. Ações e Programas da Saúde
. Brasil Maior
. Pronatec - Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego
. Prouni - Programa Universidade para Todos
. Campanha Nacional de Desarmamento

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Novo salário mínimo passa a ser o maior dos últimos 30 anos, diz Vicentinho

Fonte: www.pt.org.br

Deputado Vicentinho (PT-SP) - Foto: Arquivo/PT

Deputado petista foi o relator do projeto do governo federal que elevou o mínimo para R$ 622,00.


Em entrevista ao Portal do PT nesta segunda-feira (2), o deputado federal Vicentinho (PT-SP) falou da sua alegria pela entrada em vigor do novo salário mínimo de R$ 622,00. O parlamentar petista, que foi o relator da matéria, relembrou as críticas da oposição com relação à metodologia utilizada para chegar ao novo valor do SM.
“Eu fui o relator do projeto e fui criticado por um segmento conservador e também pela oposição ao nosso governo quanto à metodologia que nós defendemos naquele tempo e hoje com essa metodologia o salário mínimo passa a ser o maior dos últimos 30 anos. Graças a esse mecanismo, quem ganha salário mínimo passa a ganhar com o crescimento do Brasil. Foi uma iniciativa do presidente Lula juntamente com as centrais sindicais. Aqueles que fizeram as críticas deveriam até pedir desculpas porque tem que reconhecer que essa é a política mais correta”, afirmou.
Segundo Vicentinho, antes de ser decidida essa nova metodologia não havia política de salário mínimo no País. “Era um debate ideologizado, em que a oposição sem critérios nenhum defendia valores aleatórios, outros gurpos defendiam valores mais próximos, mas não tinha uma definição criteriosa, com cálculos, com técnica. Agora tem uma técnica e tem uma garantia: os pobres terão uma participação no crescimento do PIB deste País”, enfatizou.
O parlamentar petista afirmou ainda que o salário mínimo continuasse na política anterior estaria 50% menor. Para ele, o novo salário mínimo também é um estímulo para o enfrentamento da crise financeira, com a injeção de quase 50 bilhões de reais na economia. “Para o Brasil se sustentar tem que ter um mercado interno consumidor, cujo potencial é dado pelo próprio povo. É claro que a gente quer mais para o salário mínimo, mas da maneira que está é muito melhor do que com outros governantes como FHC”, lembrou.

(Portal do PT)

Novo salário mínimo passa a ser o maior dos últimos 30 anos, diz Vicentinho

by ptbrasil

Em entrevista ao Portal do PT nesta segunda-feira (2), o deputado federal Vicentinho (PT-SP) falou da sua alegria pela entrada em vigor do novo salário mínimo de R$ 622,00. O parlamentar petista, que foi o relator da matéria, relembrou as críticas da oposição com relação à metodologia utilizada para chegar ao novo valor do SM. “Eu fui o relator do projeto e fui criticado por um segmento conservador e também pela oposição ao nosso governo quanto à metodologia que nós defendemos naquele tempo e hoje com essa metodologia o salário mínimo passa a ser o maior dos últimos 30 anos, graças a esse mecanismo que quem ganha salário mínimo passa a ganhar com o crescimento do Brasil. Foi uma iniciativa do presidente Lula juntamente com as centrais sindicais. Aqueles que fizeram as críticas deveriam até pedir desculpas porque tem que reconhecer que essa é a política mais correta”, afirmou. Segundo Vicentinho, antes de ser decidida essa nova metodologia não havia política de salário mínimo no País. “Era um debate ideologizado, em que a oposição sem critérios nenhum defendia valores aleatórios, outros gurpos defendiam valores mais próximos, mas não tinha uma definição criteriosa, com cálculos, com técnica. Agora tem uma técnica e tem uma garantia: os pobres terão uma participação no crescimento do PIB deste País”, enfatizou. O parlamentar petista afirmou ainda que o salário mínimo continuasse na política anterior estaria 50% menor. Para ele, o novo salário mínimo também é um estímulo para o enfrentamento da crise financeira, com a injeção de quase 50 bilhões de reais na economia. “Para o Brasil se sustentar tem que ter um mercado interno consumidor, cujo potencial é dado pelo próprio povo. É claro que a gente quer mais para o salário mínimo, mas da maneira que está é muito melhor do que com outros governantes como FHC”, lembrou.
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